Lição 5 – CRENDO EM DEUS PAI

 

DISCIPULADO CICLO 2

DISCIPULADO CICLO 2

MEDITAÇÃO

 “Jesus respondeu: Se eu me glorifico a mim
mesmo, a minha glória não é nada; quem me
glorifica é meu Pai, o qual dizeis que é vosso
Deus” (Jo 8.54). 


REFLEXÃO BÍBLICA DIÁRIA 
 SEGUNDA –Isaías 43.10,11 
 TERÇA-Mateus 28.19 
 QUARTA – Romanos 1.7 
 QUINTA – Gálatas 4.6 
 SEXTA-João 10.29,30 
 SÁBADO-João 12.26

TEXTO BÍBLICO BASE 

1 – Estes, pois, são os mandamentos, os estatutos
e os juízos que mandou o SENHOR, vosso
Deus, para se vos ensina-, para que os fizésseis na tara a que passais a possuir; 
2 – para que temas ao SENHOR, teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos,
que eu te ordeno, tu, e teu filho, e o filho de
teu filho, todos os dias da tua vida; e que teus
dias sejam prolongados. 
3 – Ouve, pois, ó Israel, e atenta que os guardes,
para que bem te suceda, e muito te multipliques, como te disse o SENHOR, Deus de teus
pais, na terra que mana leite e mel. 
4 – Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o
único SENHOR. 
5 – Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o
teu coração, e de toda a tua alma, e de todo
o teu poder. 
21 – E aconteceu que, como todo o povo se batizava, saído batizado também Jesus, orando
e!e, o céu se abriu,
22 – e o Espírito Santo desceu sobre ele em forma
corpórea, como uma pomba; e ouviu-se uma
voz do céu, que dizia: Tu és meu Filho amado;
em ti me tenho comprazido.

INTERAGINDO COM O ALUNO 

As religiões procuram conceituar os seus
deuses de acordo com seus dogmas e arcabouços teóricos diversos. O resultado dessa
tentativa, muitas vezes, é a construção equivocada de uma imagem da divindade que elas
propõem apresentar ao ser humano. Por isso,
prezado professor, você deve ter o cuidado de
apresentar ao seu aluno o Deus Pai conforme
as Escrituras revelam-nos. Seus alunos, talvez,
muitos oriundos de diversas religiões e tradições
cristãs distintas, podem apresentar uma imagem
de Deus há muito construída de acordo com a
experiência religiosa passada. Por isso, estamos
diante de um desafio imenso: discipular pessoas,
principalmente no Brasil, um país continental e
religiosamente plural. 
   Quando você apresentar o Deus da Bíblia,
pense que, talvez, o seu aluno terá pela primeira
vez o contato com uma reflexão séria acerca
de quem é Deus e de sua natureza, segundo as
Escrituras. Apresentá-lo como o Pai amoroso,
revelado plenamente no seu Filho, Jesus Cristo,
é o ponto de partida ideal para que o nosso
discipulando inicie a sua caminhada de relacionamento com Deus, segundo a orientação das
Sagradas Escrituras. 

OBJETIVOS 

Sua aula deverá alcançar os seguintes objetivos: 
1 Apresentar o Deus Altíssimo conforme
as Escrituras, segundo a sua incognoscibilidade e pressuposto bíblico de sua
autoexistência.
2 Relacionar o relacionamento de Deus Pai
com o Filho e a nossa relação filial com Ele. 
3 Mostrar que as Escrituras enfatizam Deus
como o Criador do céu e da terra, do ser
humano e da nossa nova vida em Cristo. 

PROPOSTA PEDAGÓGICA 
Caro professor, a presente lição entrará no
estudo das doutrinas fundamentais da nossa
fé. Por isso, quando introduzimos o estudo
sobre o Deus Trino, poderemos falar de modo
separado e com liberdade das três pessoas
que constituem a Santíssima Trindade: Deus
Pai, Jesus Cristo, o seu Filho e o Espírito Santo. Ao passo que ao usarmos a nomenclatura
“Deus”, o discipulando terá uma ideia clara de
que nos referimos ao conceito de divindade na
perspectiva trinitária, estudada na lição anterior.
Para introduzir a lição, sugerimos que o
professor reproduza, conforme as suas possibilidades, o texto abaixo:
Credo Apostólico 
1 – Creio em Deus Pai, Todo-Poderoso, Criador do Céu e da Terra. 
2 – Creio em Jesus Cristo, seu único Filho,
nosso Senhor, 
3 – o qual foi concebido por obra do Espírito
Santo; nasceu da virgem Maria; 
4 – padeceu sob o poder de Pôncios Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; [desceu ao Hades;] 
5 – ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; 
6 – subiu ao Céu; está sentado à direita de
Deus Pai Todo-poderoso, 
7 – donde há de vir para julgar os vivos e os
mortos. 
8 – Creio no Espírito Santo;
9 – na Santa Igreja Universal; [na comunhão
dos santos;] 
10 – na remissão dos pecados; 
11 – ressurreição do corpo; 
12 – na vida eterna.
Leia o documento com a classe. Em seguida
faça um breve comentário sobre a importância
dele na Igreja Cristã. Explique que a palavra credo
significa “eu creio” e que foi elaborado pela igreja
do período patrístico (entre 100—451 d.C.) como
declaração pública da convicção que todo cristão
seria capaz de aceitar e compreender. Ainda,
informe que o Credo Apostólico pode ser dividido
em três seções: (1) Deus Pai, (2) Jesus Cristo e
(3) Espírito Santo. E que o documento ainda fala
da Igreja, do julgamento final e da ressurreição
do corpo. Acreditamos que prover ao novo convertido uma aproximação com tais declarações
de fé é de muito valor para o seu crescimento de
uma sólida e sadia cultura cristã. 

INTRODUÇÃO 
O primeiro artigo do Credo Apostólico
inicia com o verbo creio: “Creio em Deus, Pai
Todo-Poderoso, Criador do céu e da terra”. Este
artigo reproduz a maneira que a Bíblia revela
Deus aos seres humanos e a verdade que os
cristãos creem ao longo da história da Igreja.
Ele é o Deus Altíssimo! Ele é Pai! Ele é o Criador
do céu e da terra! 
  O Deus que a Bíblia nos apresenta interage
com o ser humano necessitado da sua graça
salvadora. Esse Deus Todo-Poderoso, que em
essência é inatingível e habita em lugares altos
(Lc 1.32,35), inclinou-se para a raça humana e
revelou-se para todos quantos desejarem conhecê-lo para sempre (Hb 1.1). Sobre Deus, o Criador
de todas as coisas, estudaremos nesta lição.

1 .0 DEUS ALTÍSSIMO 

   1.1. Deuses e divindades. As pessoas
das mais diferentes culturas clamam por uma
divindade. Inconscientemente, o ser humano
tem necessidade de buscar respostas em
outra fonte para as suas crises existenciais.
A ideia de que estamos “soltos neste mundo”,
sem quaisquer razões coerentes que nos
deem sentido à existência é devastadora para
o ser humano sem Deus. Assim, a pessoa
humana peregrina por essa terra em busca
de explicações para o sentido da vida. Por
isso, inventar divindades que preencham o
vazio do sentido da vida tem sido a saída
para muitos. 
  Antigamente, os deuses tinham rostos,
braços, e eram produzidos pelas mãos
humanas, pois o reflexo do sentido da vida
idealizado pelo ser humano estava representado na figura dos deuses das mitologias. Contemporaneamente, os deuses são
produzidos não mais pelas mãos, mas pelo
coração humano. Zeus, o deus grego, deu
lugar ao dinheiro; Afrodite, a deusa do amor
na mitologia grega, deu lugar ao prazer pelo
prazer. A sociedade moderna é vazia de significados e só encontra a “felicidade” através
do “deus principal” do panteão moderno: o
consumismo. 
    1.2. Incognoscível. 0 Deus apresentado
nas Escrituras Sagradas não pôde ser inventado
peia mente nem pelo coração de ninguém.
Nem podem os nos relacionar com Ele à
base de dinheiro. O Deus da Bíblia suplanta
o desejo do coração humano e não se coaduna com a imaginação da mente humana.
Os “ pensamentos” do Deus Altíssimo são
diferentes dos pensamentos dos homens
(Is 55.8). Estes, por vezes, não acolhem a
manifestação divina nas coisas mais simples
da vida (Fp 2.5-8). Neste aspecto, o Deus da
Bíblia é incognoscível (o que não se pode conhecer). Ele é diametralmente oposto a tudo
o que o ser humano faz, e age de modo que
o pensamento humano não pode exauri-lo
ou compreendê-lo. Por isso, o homem, por
sí mesmo, não pode conhecer a Deus (Rm11.34,35). Pois quem pode compreender o
Deus Trino? Pessoas simultaneamente unidas
e trabalhando conjuntamente em favor do
homem e do mundo como uma verdadeira
comunidade? 
    1.3. Ele prova a si mesmo. Deus é incognoscível, insondável e fora do alcance do ser
humano. Por isso Ele se deu a conhecer ao ser
humano. Só podemos conhecê-lo pela única
e exclusiva iniciativa dEle mesmo (Mt 16.17).
Sendo quem É (Êx 3.14), faz e age (Êx 4.1-171 Tm 6.13), qual é a razão de alguém tentar
provar a sua existência? Deus, por si mesmo,
e por intermédio das Escrituras e de variadas
experiências de pessoas simples, prova (sem
desejar provar alguma coisa porque Ele não
precisa) que é o Deus vivo, presente, que age
e se dá a conhecer (Êx 3.14). O advento do
seu Filho, Jesus Cristo, é a expressão máxima
desse plano divino, em que Deus se revela à
humanidade (Hb 1.1). Quão maravilhoso é o
Deus Altíssimo! 

AUXÍLIO DIDÁTICO 1 
Três conceitos são importantes ao novo
convertido aprender: 
  Monoteísmo, Monolatria, Politeísmo e Panteísmo.
O Monoteísmo é a convicção de que
existe um só Deus. A Monolatria está entre
o monoteísmo e o politeísmo. Implica na
adoração de um único “deus” , sem negar a
existência de outros. Escolhe-se um “deus”
dentre vários. O Politeísmo é a adoração a
inúmeros “deuses” , onde cada “deus” tem
uma função distinta e responsabilidades
definidas em relação ao mundo. O Panteísmo
é a crença de que “deus” , ou a força divina, está presente no mundo e tudo o que nele
existe, neste sentido, a árvore é divina, os
animais são divinos, etc. 
  Ao ter o contato teórico com esses
conceitos é possível que o novo convertido
reconheça a sua vida religiosa pregressa.
Por isso é importante, o prezado professor,
segundo o tópico ora exposto, esclarecê-lo
que o Deus da Bíblia é único e que não há
outros deuses (portanto, nos identificamos
com o termo monoteísmo), estes por sua vez,
através da esperteza humana, tentam distorcer a imagem de Deus. O apóstolo Paulo
diz que os deuses na verdade são demônios
que enganam e subutilizam o ser humano
(1 Co 4.1-6; 1 Co 10.14-21). 

2. O DEUS PAI 
    2.1.0 Pai do Filho. O único Deus verdadeiro é Pai por natureza e eternidade. Jesus
Cristo disse: “ Meu Pai, que mas deu, é maior
do que todos”; em seguida, reafirmou a unidade
na Santíssima Trindade: “ Eu e o Pai somos
um” (Jo 10.29,30). Assim como um são o Pai,
o Filho e o Espírito Santo (Mt 28.19). O Pai
demonstrou amor pelo Filho revelando-se no
batismo de Jesus: “Tu és meu Filho amado;
em ti me tenho comprazido” (Lc 3.22). Deus
é um Pai que ama e tem prazer no Filho e,
deliberadamente, o doou para a humanidade.
É um Pai que não mediu esforços para amar,
no seu Filho, a humanidade toda. Um Pai que
buscou os perdidos no mundo por todos os
caminhos e descaminhos.
Num tempo onde muitos possuem uma
visão deturpada sobre Deus, precisamos
compreender adequadamente a visão bíblica
de Deus que ama infinitamente o seu Filho e,
por consequência, os seus filhos espalhados
pelos quatro cantos do mundo: nós. 
    2.2. O nosso Pai. Se o Deus Altíssimo
é Pai de Jesus, Ele é o nosso Pai também e,
portanto, somos herdeiros dEle e coerdeiros
com Cristo, o nosso irmão (Rm 8.17). Herdeiros de Jesus em seu sofrimento, em sua renúncia ao egoísmo desse mundo, em sua
liberalidade de servir ao próximo, pois o Pai
serviu o mundo enviando o seu Filho (Jo 3.16).
E o Filho também serviu o mundo (Jo 5.17). E
nós no Pai e no Filho, somos conclamados a
servir o mundo com o grande amor que Ele,
o Pai, nos amou (1 Jo 4.7-12). Deus estava
em seu Filho derramando o seu amor por
toda a humanidade e, por isso, Ele também
é o nosso Pai (2 Co 5.19). Cuida de nós, ama-nos e guia-nos em bons conselhos e direção.
Deus é o nosso Pai! 
    2.3. Uma relação filial. Num texto em
que revela tamanha intimidade com Deus, o
apóstolo Paulo diz: “ Porque não recebestes
o espírito de escravidão, para, outra vez, estardes em temor, mas recebestes o espírito
de adoção de filhos, pelo qual clamamos:
Aba, Pai” (Rm 8.15). Aqui, o apóstolo afirma
que, pelo Espírito Santo, temos um relacionamento de filhos com Deus e, pelo mesmo
Espírito, de reconhecê-lo “Aba, Pai”, isto é,
“a proximidade com o pai”. Uma intimidade
que só o Espírito Santo nos dá, um relacionamento de confiança entre Deus e os seus
filhos, pois o “mesmo Espírito testifica com o
nosso espírito que somos filhos de Deus” (Rm8.16). Portanto, cremos em Deus Pai porque
Ele é Pai do Filho e Pai de todos nós. O Pai
querido que se relaciona conosco em amor e
misericórdia por intermédio do Espírito Santo. 

 AUXÍLIO DIDÁTICO 2 
A ideia nesse tópico é tralhar com o discipulando o relacionamento de Pai para Filho,
Jesus Cristo. Esse relacionamento é a base
da identificação paterna da imagem de Deus
em o Novo Testamento. Ora, se Deus é Pai,
Jesus é o Filho e nós, coerdeiros com Cristo,
também somos filhos desse Pai. Portanto, o
que deve ficar claro para o novo convertido é
que a nossa relação com Deus deve ser nos
termos do relacionamento entre pai e filho.
Não como patrão e funcionário, gerente e
subordinado, imperador e súditos. Não, o
relacionamento que deve nortear a nossa vida com Deus é de um filho que reconhece
no seu pai a autoridade provinda de um amor
inigualável, sublime e gracioso. 

3. 0 DEUS CRIADOR 
   3.1. Do céu e da terra. Um universo
inteiro, considerado infinito por uns, limitado
por outros, em expansão por alguns. Esse
mistério ninguém consegue desvendar. O
universo tem fim? Origem? Como explicar
nenhuma vida inteligente em outros planetas? Até agora nada desconstruiu a certeza
do homem de que somos os únicos seres
vivos conscientes nesse “ infinito” universo.
E os jardins, os frutos frondosos, a beleza da
terra, o verde das plantas que nos alimentam
e nos protege com sombras? E o azul do mar
que nos faz lembrar o quanto somos finitos,
pois há um “mundo inexplorado” debaixo das
águas? As leis da física, tudo em ordem, nada
desajustado. Quando o ser humano intervém
na natureza desajusta a sua ordem e causa
um caos para outros seres, tudo faz sentido
quando compreendemos pela fé que Deus
criou todas as coisas (Hb 11.3; Rm 1.18-21). 
    3.2. Do ser humano. O ser humano
pensa, por isso, existe, sente e fala. Possui
individualidade, mas não consegue ficar desassociado do outro, do próximo. A exemplo da
Santíssima Trindade, que trabalha em unidade
e comunhão, os seres humanos não podem
trabalhar sozinhos. A partir de um homem e de
uma mulher, surge a família, a tribo, o Estado
e a nação e, finalmente, o mundo. O problema
é que o ser humano moderno vive como se o
seu Criador não existisse. Ora, como pode
uma criatura que leva a imagem do seu Criador abandoná-lo? “ E disse Deus: Façamos o
homem à nossa imagem, conforme a nossa
semelhança” (Gn 1.26). Pela fé, cremos que
Deus criou o ser humano. 
    3.3. De uma nova vida. O ser humano se
rebelou deliberadamente contra Deus e afastou-se do seu Criador. Mas Deus, em Cristo Jesus, planejou uma nova reconciliação com o ser
humano pecador. Assim, embora o ser humano
tenha praticado todas as mazelas possíveis e
impossíveis, pôde encontrar salvação, justificação, regeneração em Jesus por intermédio do
seu sacrifício suficiente na Cruz do Calvário (Ef 2.16). Diferentemente da vida antiga, em Cristo,
Deus fez novas todas as coisas: “Eis que faço
novas todas as coisas” (Ap 21.5), pois “Assim
que, se alguém está em Cristo, nova criatura
é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo
se fez novo” (2 Co 5.17). Você é nova criação
de Deus! Pela fé cremos que o Senhor tem
chamado para o seu aprisco todos aqueles que
se arrependeram de todo coração. E quando
encontramos em Jesus esse sentido para a
vida, é porque tudo novo se fez. 

 AUXÍLIO DIDÁTICO 3 
Se Deus é Único, é Pai amoroso, logo
sabemos com a certeza das Escrituras (Hb)
que Deus criou o mundo e tudo o quanto nele
existe, pois os seus propósitos “não podem
ser separados da sua criação. Deus criou o
Universo objetivando comunhão eterna com
a humanidade. Os escritores sagrados, de
forma inequívoca, atribuem a criação — tudo
que existe e ‘não é Deus’ — ao Deus trino e
uno. Sendo Deus Criador, somente Ele merece
nosso reverente temor e adoração. O fato de
que o mesmo Deus está agora sustentando
o Universo oferece-nos confiança durante as
provações da vida. Além disso, a cosmovisão
bíblica (à luz criacionista) afirma que a criação
física é basicamente ordeira (tornando possível
a ciência) e benéfica à existência humana. Além
disso, os seres humanos são ‘bons’ quando em
relacionamento com Deus. E, finalmente, a totalidade da criação está avançando na direção
do clímax redentor em Jesus Cristo, nos ‘novos
céus e nova terra’” (HORTON, Stanley. (Ed).
Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. 10.ed. Rio de Janeiro: CPAD, p.242). 

CONCLUSÃO 
Cremos em Deus Pai Todo-Poderoso, o
Criador do Céu e da Terra. O Deus que é Pai do Filho e Pai nosso também. No Deus que
criou o universo, o mundo e tudo o que nele
há. No Deus que formou o ser humano e,
nele, projetou a sua imagem e semelhança.
Cremos no Deus único e verdadeiro que
tomou a sua vida, prezado discipulando, e
o salvou, desconstruindo toda a realidade
do pecado e da indignidade. Sim, Deus é o
seu Pai. Pai de amor e Pai de misericórdia.
O Espírito Santo testifica essa verdade com
o nosso espírito (Rm 8.16).

VERIFIQUE SEU
APRENDIZADO 

1 . Par quem as pessoas de todas as culturas clamam? 
 Por uma divindade. 

2 . 0 que é incognoscivel? 
 Aquilo que não se pode conhecer. 

3 . 0 que justifica não se tentar provar a existência de Deus? 
 Sendo um Deus que É (Êx 3.14), faz e
age (Êx 4.1 -17; 1 Tm 6.13) não faz sentido tentar
provar a existência de alguém que notoriamente, e segundo as Escrituras, existe. 

4 . Cite textos bíblicos que confirmem que
DeuséPai 
 Jo 10.29,30; Mt 28.19; Lc 3.22. 

5 . Por que è necessário para o ser humano
uma mova vida em Deus? 
 Porque esse ser humano rebelou-se
contra Deus e afastou-se dEle

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