Lição 09 – Relacionando-se com os Estudos

 

DISCIPULADO CICLO 3

DISCIPULADO CICLO 3

MEDITAÇÃO 

E peço isto: que o vosso amor aumente
mais e mais em ciência e em todo o conhecimento. (Fp 1.9

REFLEXÃO BÍBLICA DIÁRIA 
 SEGUNDA-1 Samuel 2.3 
 TERÇA –1 Reis 4.30 
 QUINTA – Êxodo 35.31 

TEXTO BÍBLICO BASE 
18 – E alguns dos filósofos epicureus e estoicos
contendiam com ele. Uns diziam: Que quer
dizer este paroleiro? E outros: Parece que é
pregador de deuses estranhos. Porque lhes
anunciava a Jesus e a ressurreição. 
19 E, tomando-o, o levaram ao Areópago, dizendo: Poderemos nós saber que nova doutrina
é essa de que falas? 
20 Pois coisas estranhas nos trazes aos ouvidos;
queremos, pois, saber o que vem a ser isso.
21 (Pois todos os atenienses e estrangeiros residentes de nenhuma outra coisa se ocupavam
senão de dizer e ouvir alguma novidade.) 
22 – E, estando Paulo no meio do Areópago,
disse: Varões atenienses, em tudo vos vejo
um tanto supersticiosos; 
23 – porque, passando eu e vendo os vossos
santuários, achei também um altar em que
estava escrito: AO DEUS DESCONHECIDO.
Esse, pois, que vós honrais não o conhecendo é o que eu vos anuncio. 
24 – O Deus que fez o mundo e tudo que nele há,
sendo Senhor do céu e da terra, não habita
em templos feitos por mãos de homens. 
25 – Nem tampouco é servido por mãos de
homens, como que necessitando de alguma
coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a
vida, a respiração e todas as coisas;
26 – e de um só fez toda a geração dos homens
para habitar sobre toda a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados
e os limites da sua habitação, 
27 – para que buscassem ao Senhor, se, porventura, tateando, o pudessem achar, ainda que
não está longe de cada um de nós; 
32 – E, como ouviram falar da ressurreição dos
mortos, uns escarneciam, e outros diziam:
Acerca disso te ouviremos outra vez. 
33 – E assim Paulo saiu do meio deles. 

INTERAGINDO COM O ALUNO 

Nesta semana estudaremos sobre a importância de ser testemunha de Deus em ambientes
de instituições de ensino. Escolas e faculdades
são locais em que os cristãos podem falar de
Jesus tanto com palavras quanto por exemplos.
Diferente do local de trabalho, os ambientes de
ensino tendem a ser frequentados por pessoas
críticas, muitas vezes oponentes da fé. Mas
esses ambientes também são frequentados
por pessoas desejosas de conhecer a verdade, e abertas à evangelização, desde que
achem principalmente palavras e testemunho
conjugados na vida de um verdadeiro cristão.
Por isso, é importante que o cristão saiba como
falar de Jesus, mas acima de tudo, ser uma pessoa íntegra nesses ambientes, estudando, sendo
respeitoso com todas as pessoas, cumprindo
com os seus deveres escolares ou acadêmicos
e levar a sério os estudos que servirão para uma
futura vida profissional. Trabalho e estudos não
estão desvinculados; primeiro aprendemos uma
profissão, e depois a exercemos. Portanto, podemos honrar ao Senhor com nossos estudos e
depois com a nossa vida profissional.

OBJETIVOS 
Sua aula deverá alcançar os seguintes objetivos: 
1 Entender a importância dos estudos
nos tempos bíblicos e em nossos dias;
2 Estimular os discipulandos a dedicarem-se nos estudos de forma a refletir a
glória de Deus no ambiente escolar ou
acadêmico; 
3 Aplicar o testemunho diário à Palavra de
Deus, tanto nos estudos quanto na futura
profissão. 



PROPOSTA PEDAGÓGICA
Professor, neste domingo vamos estudar sobre a importância dos estudos na vida do crente, e de que forma esse crente pode contribuir com o Reino de Deus e a sociedade por meio da busca do conhecimento. Comece sua aula dizendo que Deus nos fez com a capacidade de pensar e aprender a pensar, reter o conhecimento adquirido e utilizá-lo no nosso dia a dia. A seguir, pergunte a eles qual é a importância de se dar testemunho de Cristo nas escolas ou universidades que frequentam, e como podem dar testemunho de Cristo sendo alunos responsáveis e íntegros em seus estudos. Diga-lhes que temos uma excelente oportunidade de representar Cristo no ambiente em que estamos buscando o conhecimento secular, e podemos dividir com outros colegas o conhecimento espiritual.


 INTRODUÇÃO
 Deus se importa com a nossa vida cultural.
Na Bíblia, diversos homens foram pessoas
dedicadas ao saber, como Salomão e Daniel,
no Antigo Testamento, e o apóstolo Paulo,
em o Novo Testamento. Nesta lição, veremos
como que em nossos dias, um cristão pode
se relacionar com os estudos e com o grupo
da escola ou da faculdade. E de que forma
podemos influenciar pessoas nesses ambientes
muitas vezes contrários ao Evangelho. 

1. COMPREENDENDO A
CULTURA DO MUNDO 
   1.1. Uma cultura que precisa ser
redimida.
Quando observamos a cultura do
mundo, devemos entender o seu valor, mas
igualmente considerar, que ela foi afetada pela
forma de vida pecaminosa da humanidade. Deus
tem sido generoso com o homem, permitindo
que ele se desenvolva cientificamente. Mas
devemos lembrar que por causa do pecado, o
conhecimento adquirido e desenvolvido pode
ser deturpado pela maldade. Deus não é contrário ao conhecimento, mas deposita em nossa
responsabilidade a forma como buscamos e
aplicamos o conhecimento que temos. 
   1.2. Os dois lados do conhecimento.
O conhecimento possui dois lados que devem
ser analisados sob a perspectiva cristã. Na
esfera positiva, o conhecimento tem conduzido
a tecnologia na busca e concretização de descobertas científicas que continuamente beneficiam a humanidade. Vacinas são descobertas,
tratamentos contra doenças são desenvolvidos,
a internet vem proporcionando um aumento
do saber e tem conectado pessoas em todo
o mundo. A parte ruim vem com os abusos
e o mau uso de toda essa ciência, inclusive
incentivando a ideia da suposta independência
do homem para com Deus. A tecnologia vem
sendo aprimorada para desenvolver armas,
propagar mentiras, recrutar pessoas para a
prática terrorista e corromper outras. Vivemos
numa época em que há muita informação, mas pouco conteúdo confiável e edificante para a
nossa vida. Por isso, não devemos desprezar
o conhecimento, mas ser cuidadosos com o
que buscamos. 
   1.3. Um desafio à igreja em nossos dias. De acordo com o texto bíblico desta lição,
vemos a estratégia que o apóstolo Paulo usou
para falar de Jesus aos atenienses. Ele sabia
que os gregos não conheciam a cultura de Israel
nem as Escrituras, e partiu do conhecimento
que eles tinham para depois falar de Deus e do
plano da salvação. Nem sempre vamos falar
com pessoas que conhecem das Escrituras ou
da fé em Jesus, mas isso não deve nos impedir
de apresentar a mensagem do Evangelho a
essas pessoas numa linguagem e forma que
elas entendam. 

 AUXÍLIO DIDÁTICO 1 
Professor fale ao aluno que testemunhar
de Jesus nos ambientes escolares e acadêmicos é um desafio a todo cristão. Além de
o aluno cristão ter de ser um exemplo nesses
ambientes, estudando, sendo pontual na
entrega dos trabalhos, não usando meios espúrios para demonstrar seus conhecimentos,
ele precisa refletir a imagem de Deus por onde
passa. Isso não é realmente fácil, pois nos ambientes escolares há diversos professores que
não professam a fé cristã, ou são antagônicos
a ela, e com seu poder de influência, ante a turma, mostram claramente suas opiniões
sobre assuntos relacionados à fé e à ciência.
E quando um aluno se contrapõe ou discorda
do que foi falado, pode ser rotulado de fundamentalista religioso ou ignorante e intolerante.
Por isso, é necessário que o aluno ou aluna
cristão se destaque como bom estudante,
e que seja exemplo em todas as coisas. Se
um aluno cristão dá mau testemunho onde
estuda, será alvo de escárnio, mas se for íntegro em seu testemunho, bem como em sua
vida estudantil ou acadêmica e souber como
apresentar o Evangelho aos seus colegas,
certamente será usado para fazer pessoas
refletirem sobre a obra de Deus. Estimule
aos alunos a lembrarem de que Deus honra
aqueles que o honram (1 Sm 2.30), inclusive
nos estudos. 



2. DEUS VALORIZA
O CONHECIMENTO 
    2.1. A escola nos tempos bíblicos.
A educação dos tempos bíblicos visava à
transmissão de conhecimentos de uma geração para outra. Nos primórdios era uma
educação mais voltada ao âmbito familiar,
mas com o tempo criaram-se instituições que
se responsabilizaram pela educação. Quando
os hebreus saíram do Egito, não possuíam um
sistema de ensino organizado. A educação no lar contemplava a responsabilidade da
mãe para criar e educar os filhos até os três
anos. As meninas eram ensinadas a cuidar
dos afazeres domésticos, e os meninos
aprendiam a lei com o pai, que também se
responsabilizava por ensinar uma profissão
aos filhos. Havia moças que aprendiam outros
ofícios além dos deveres domésticos, como
parteiras  (Êx 1.15-21) e cantoras (Ec 2.8). 
  A educação judaica primava tanto por
repassar uma profissão aos filhos homens que
um rabino certa vez disse que “o pai que não
ensina ao filho um ofício útil está educando-o
para ser um ladrão”.

   2.2. O valor do ensino. Não se obtém
conhecimento, de forma geral, sem que haja o
processo de ensino aprendizagem. Há pessoas
que desenvolvem determinadas habilidades
de forma independente, sem recorrer a uma
metodologia organizada ou a um professor.
Entretanto, os métodos mais eficazes são o
repasse de conhecimento de um professor a
um ou mais alunos. Nesse aspecto, professor
não é necessariamente quem sabe mais, e sim
quem estudou primeiro. E na esfera cristã, é
recomendável que aprendamos com as pessoas que chegaram antes de nós. Lembre-se
de que quem não se propõe a aprender não
terá condições de ensinar. 

    2.3. Equívocos em relação aos estudos. Há pessoa que, equivocadamente, lê
2 Coríntios 3.6 como se estudar não tivesse
valor: “o qual nos habilitou para sermos
ministros de uma nova aliança, não da letra,
mas do Espírito; porque a letra mata, e o
Espírito vivifica”. O que esse verso realmente
quer dizer? Quer dizer que o apóstolo Paulo
foi feito ministro de uma nova mensagem,
a do Evangelho. A expressão “a letra mata”
mostra que a lei, do Antigo Testamento, fala
às pessoas sobre seus pecados, mostrando-lhes o quão distante estão de Deus. Já,
“o Espírito vivifica”, fala sobre o Espírito de
Deus. Esse texto, portanto, não tem nada a
ver com a pessoa estudar ou não.
   Outro equívoco comum é achar que
Deus não deseja que venhamos a completar
os estudos formais. Essa ideia não encontra
respaldo nas Escrituras. O livro de Provérbios
orienta que sejamos pessoas que buscam o
conhecimento: “ Bem-aventurado o homem
que acha sabedoria, e o homem que adquire
conhecimento” (Pv 3.13); “A sabedoria é a coisa
principal; adquire, pois, a sabedoria; sim, com
tudo o que possuis, adquire o conhecimento”
(Pv 4.7); “O hipócrita, com a boca, danifica
o seu próximo, mas os justos são libertados
pelo conhecimento” (Pv 11.9). Há muitos outros
versos bíblicos que mostram a importância de
obtermos o conhecimento e a sabedoria, e isso
em nada impede a busca de um cristão em
frequentar uma universidade, se formar, buscar
uma profissão técnica e obter do conhecimento
técnico, adquirindo assim o sustento necessário 

 AUXÍLIO DIDÁTICO 2 
Outro ponto a ser comentado na aula é
que Deus espera que conheçamos sua Palavra
para que possamos testemunhar no ambiente
de estudo secular. Nosso testemunho faz a
diferença em qualquer lugar. Vejamos o caso
de Daniel e seus amigos: eles eram “jovens em
quem não havia defeito algum, formosos de
aparência, e instruídos em toda a sabedoria, e
sábios em ciência, e entendidos no conhecimento, e que tinham habilidade para viver no
palácio do rei, e foram ensinados nas letras e
na língua dos caldeus” (Dn 1.4). Aqueles moços
– Daniel, Hananias, Misael e Azarias – foram
escolhidos para ter uma vida no palácio de Nabucodonosor. Eles foram residir naquele lugar e
aprender com os caldeus tanto a língua quanto
a cultura daquele povo, mas não perderam de
vista a importância de deixar intacta a sua fé.
Com o passar do tempo, os jovens hebreus se
destacaram tanto na questão do conhecimento
quanto da saúde física, e foram reconhecidos
como pessoas exemplares, porque decidiram
servir a Deus no ambiente em que moravam e
estudavam. Isso fez o diferencial, a ponto de
Deus livrar os três amigos de Daniel da fornalha ardente, e Daniel da cova dos leões. E pelos
seus estudos, os jovens hebreus chegaram
a posições privilegiadas no reino, por serem
pessoas responsáveis com suas obrigações e
tementes a Deus 

3. AGINDO COM HONESTIDADE
NA ESFERA INTELECTUAL 
     3.1. Definindo honestidade intelectual.
Honestidade intelectual é uma habilidade que
estudantes precisam ter, no sentido de reconhecer que precisamos, nos estudos, basear
nossas ideias em parâmetros aceitáveis de
pesquisa, para não deturparmos o que estamos
estudando. Honestidade intelectual também é
reconhecer quando estamos errados na proposição de um argumento, quanto nossas ideias
estão equivocadas ou quando nos esquecemos
de mencionar um pensador ou professor que
partilhou conosco algo que aprendemos. Portanto, estudando e pesquisando da maneira
correta e admitindo a possibilidade de mudar
de pensamento, quando for o caso, estamos
contribuindo com a honestidade intelectual. 
    3.2. Não usando meios alternativos
para ser avaliado.
Uma das maiores tentações
de estudantes, tanto na escola quanto na faculdade, é a prática da “cola”, a consulta não
autorizada de um material com informações que
indicam como resolver questões de prova. Isso
é errado porque, em primeiro lugar, estudantes, tanto cristãos quanto não cristãos, devem
ter responsabilidade em estudar e dominar o
assunto que estão vendo. Provas são um dos
métodos de avaliação de matérias, e que mostram que o aluno está apto para passar para a
etapa seguinte de conhecimento. Em segundo
lugar, ou sabemos o que estudamos ou não
sabemos, e neste caso, precisaremos repetir
o ciclo daquela matéria. Isso é mais honroso
do que ser aprovado sem ter o conhecimento
que deveríamos ter adquirido naquele período.
Lembre-se do que Jesus disse sobre a nossa
forma de falar e proceder: “Seja, porém, o vosso
falar: Sim, sim; não, não, porque o que passa
disso é de procedência maligna” (Mt 5.37). Lembre-se de que agradamos a Deus com
nossa honestidade, inclusive a intelectual. Usar
a cola é desonestidade intelectual, e não deve
fazer parte da rotina de um estudante cristão. 
     3.3. Dando honra a quem tem honra.
Uma das formas mais cristãs de valorizarmos
o conhecimento é dando honra a quem tem
honra. Mas na esfera dos estudos, o que isso
significa? Significa que devemos reconhecer
aqueles que foram antes de nós, que ajudaram a formar nossas ideias. É necessário que
reconheçamos também, em nossos trabalhos
acadêmicos e textos, as pessoas que nos serviram de inspiração e trataram dos assuntos
que pesquisamos antes de nós. Lembre-se de
que não se pode tirar tudo o que se escreve
apenas da própria cabeça, sem pesquisar nem
consultar outras pessoas que já se tornaram
especialistas nesses assuntos. Portanto, honestidade acadêmica é necessária sempre,
tanto na escola quanto na faculdade. 

 AUXÍLIO DIDÁTICO 3
 Professor, um dos maiores desafios aos
estudantes é mostrar seu desempenho escolar
ou acadêmico, sem que para isso se recorra
a práticas que desagradam a Deus, como a
cola. Por isso, é fundamental você declarar ao
discipulando que esse desafio é para cristãos
e não cristãos, e se o aluno não compreender
a importância de ter uma preparação escolar
adequada, estará colocando em risco todo o
seu preparo, seja para uma vida profissional,
seja para uma futura vida acadêmica.
   Uma questão para reflexão desse importante tema ético seria: “Quem gostaria de ser
atendido por um profissional que ‘ao longo de
sua vida de estudos, não se dedicou como
deveria e conseguiu ludibriar seus instrutores
e professores olhando a resposta do colega ao
lado?” Certamente, a resposta é negativa. Então
professor, afirme ao discipulando que, por isso,
como cristãos, devemos ser pessoas que levam
a sério o preparo escolar e acadêmico tanto para
a vida profissional quanto para a vida pessoal.
Outra forma com que os alunos mancham suas
vidas acadêmicas é não citando as fontes que usaram em seus trabalhos, ou ainda copiando e
colando informações sem as ler, sem entender
o que está ali escrito e sem dizer de onde retiraram aquelas ideias, Isso é errado, pois estamos
sempre aprendendo, e é necessário mencionar
aqueles que nos forneceram o suporte de conhecimento para que viéssemos a nos formar.
Isso é agradável a Deus, pois não podemos
tirar tudo o que ensinamos ou escrevemos
do nada, e sim a partir de escritos e aulas de
outras pessoas que estudaram antes de nós. 



CONCLUSÃO 
Deus não é contra os estudos, nem contra a busca do conhecimento. Tanto a busca
do conhecimento quanto da sabedoria são
incentivados na Bíblia, e grandes homens de
Deus foram dedicados aos estudos. O que se
deve observar é a honestidade necessária na
busca do conhecimento, e acima de tudo, não
esquecer de que todo o conhecimento que
adquirimos deve ser usado de forma sábia e
que honre a Deus sempre.

VERIFIQUE O SEU  A P R E N D l Z A D 0
1 O que devemos entender sobre a cultura
do mundo? 

 Quando observamos a cultura do mundo,
devemos entender o seu valor, mas igualmente
considerar que ela foi afetada pela forma de vida
pecaminosa da humanidade.

2 . Explique os dois lados do conhecimento
que devem ser analisados sob a perspectiva
cristã. 
 Na esfera positiva, o conhecimento tem
conduzido a tecnologia na busca e concretização
de descobertas científicas. A parte ruim vem
com os abusos e o mal uso de toda essa ciência. 

3 . O que visava a educação nos tempos
bíblicos? 
 Visava à transmissão de conhecimentos
de uma geração para outra. Era uma educação
voltada para o âmbito familiar. 

4 . Interprete corretamente 2 Coríntios 3.6 
A expressão “a letra mata” mostra que a
lei, do Antigo Testamento, fala às pessoas sobre
seus pecados. Já, “o Espírito vivifica”, fala sobre
o Espírito de Deus. Não tendo, portanto, nada a
ver com estudar ou não. 

5. O que é ser intelectualmente honesto? 
 Honestidade intelectual é uma habilidade que estudantes precisam ter, no sentido
de reconhecer que precisamos, nos estudos,
basear nossas ideias em parâmetros aceitáveis de pesquisa, para não deturparmos o que
estamos estudando.

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