Lição 07 – Uma Vida Frutífera no Espírito

 

DISCIPULADO CICLO 3

DISCIPULADO CICLO 3

MEDITAÇÃO 

Porque o fruto do Espirito está em toda a
bondade, e justiça e verdade; aprovando o que
é agradável ao Senhor. (Ef 5.9,10

REFLEXÃO BÍBLICA DIÁRIA 
 SEGUNDA – 2 Coríntios 5.17 
 TERÇA-Romanos 13.10 
 QUARTA-Lucas 17.11-19 
 SEXTA – Mateus 5.5 
 QUINTA – Efésíos 2.8-10 
 SÁBADO – Marcos 12.30,31

TEXTO BÍBLICO BASE 

13 – Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis, então, da liberdade para dar
ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros
pelo amor. 
14 – Porque toda a lei se cumpre numa só palavra,
nesta: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. 
15 – Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns
aos outros, vede não vos consumais também
uns aos outros. 
16 – Digo, porém: Andai em Espírito e não cumprireis
a concupiscência da came. 
17 – Porque a came cobiça contra o Espírito, e o
Espírito, contra a came; e estes opõem-se um
ao outro; para que não façais o que quereis. 
18 – Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais
debaixo da lei. 
19 – Porque as obras da came são manifestas, as
quais são: prostituição, impureza, lascívia, 
20 – idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, 
21 – invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e
coisas semelhantes a estas, acerca das quais
vos declaro, como já antes vos disse, que os
que cometem tais coisas não herdarão o Reino
de Deus.
22 – Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz,
longanimidade, benignidade, bondade, fé,
mansidão, temperança. 
23 – Contra essas coisas não há lei. 
24 – E os que são de Cristo crucificaram a came com
as suas paixões e concupiscências. 
25 – Se vivemos no Espírito, andemos também no
Espírito.

INTERAGINDO COM O ALUNO

 Professor, nesta lição estudaremos o fruto do Espirito. Este é um assunto importante
para os discipulandos, pois o fruto do Espírito é necessário na vida de todos os cristãos.
Esse Fruto é desenvolvido em nós quando
nos submetemos à influência e ao poder do
Espírito Santo, e isso se reflete em nossas atitudes e reações diante das pessoas da igreja
local e diante do mundo.
O apóstolo Paulo falou do Fruto do Espírito quando escreveu aos gálatas, informando-os
de que eram pessoas livres do pecado, mas
que não deveriam dar ocasião à carne nessa
liberdade e praticar coisas que desagradavam
a Deus. E para fazer a justa distinção entre o
que a carne poderia fazer e o que o Espírito
pode fazer, Paulo falou àqueles crentes sobre
as obras da carne e ensinou igualmente acerca
do Fruto do Espírito. O cristão é livre para servir
a Deus, e não para pecar ou dar mau testemunho. Em contraposição às obras da carne,
contra as quais Deus tem sua Lei, o Fruto do
Espírito não possui nenhuma contrariedade da
parte de Deus e deve ser incentivado em todos
os momentos. 



OBJETIVOS 
Sua aula deverá alcançar os seguintes objetivos: 
1 Entender o que é o Fruto do Espírito,
suas características e influências na vida
do crente;
2 Explicar as diferenças entre o Fruto do
Espírito e as obras da carne; 
3 Recordar a importância das características do Fruto do Espírito na vida diária. 

PROPOSTA PEDAGÓGICA 
Para esta aula, comece perguntando aos
seus alunos o que é um fruto. Com certeza diversas definições serão trazidas, e você pode
aproveitar para informar que o Espírito Santo
em nós produz o fruto que demonstra o nosso
relacionamento com Deus e a influência desse
relacionamento em nossas obras. Esse fruto é
destacado na Bíblia com características específicas, e deve ser visto em todos os cristãos.
E não há lei que incrimine tais características
do Fruto do Espírito. 
  Não se esqueça de concluir sua aula
mostrando que nenhum fruto nasce de um dia
para outro, instantaneamente, na esfera espiritual. Na verdade, seu surgimento é paulatino, vai se formando com a atuação do Espírito
Santo em nossas vidas.

INTRODUÇÃO 
O fruto do Espírito é, definitivamente, um
dos temas mais importantes da vida de um
cristão. São nove características atreladas
ao caráter, à forma com que uma pessoa
vive e demonstra o quanto Deus agiu e age
em sua vida. Não é opcional na vida cristã,
pois se estamos em Cristo, devemos produzir
atitudes que estejam em conformidade com
o que Cristo espera de nós. Vamos estudar
essas características nesta lição. 

1. O QUE É O FRUTO
DO ESPÍRITO 
    1.1. Definindo o termo. O fruto do
Espírito é um conjunto de características,
de atributos que todo cristão que nasceu
de novo deve ter em sua nova vida. Essas
características existem para que sirvam de
testemunho às pessoas à nossa volta, e
para que possamos servir de exemplo para
outras pessoas dentro e fora da igreja. Está bem atrelado à forma como tratamos uns aos
outros, à forma como vivemos em sociedade
e na igreja, na comunhão com os santos. 
   Uma séria advertência cabe aqui. Se estamos em Cristo, devemos produzir os frutos
advindos dessa comunhão. Se um galho está
firme em uma árvore, ele precisa dar fruto de
acordo com a natureza daquela árvore. Caso
não venha a dar fruto, ou se o fruto não for
de acordo com a natureza daquela árvore,
algo está errado. Da mesma forma, devemos
dar amostras de nossa comunhão com Deus
por meio de uma vida cheia do fruto dessa
convivência, o fruto do Espírito. 
    1.2. Obras da carne. Para que tenhamos condições de falar mais sobre o Fruto
do Espírito, é preciso delimitar o que são as
obras da carne, citadas por Paulo. As obras
da carne são atitudes de pessoas que não
conhecem a Jesus, e podem ser divididas,
de forma básica, de acordo com o teólogo
Lawrence O. Richards, em pecados de cunho
sexual, religioso, de pessoas e de falta de
moderação. 
   Os pecados na esfera sexual são a
prostituição (qualquer relação sexual ilícita), a impureza (a imaginação voltada para
questões sexualmente imorais. Uma pessoa
pode não ter praticado o ato, mas ele está em
seu coração, esperando a oportunidade de
praticar) e a lascívia (uma fraqueza excessiva relacionada à prática do sexo ilícito, sem que
haja, por parte da pessoa, um sentimento de
arrependimento). 
    Os pecados da esfera da religião são
a idolatria (mais do que se curvar a ídolos
ou imagens de escultura, a idolatria é uma
substituição do Criador pela criatura, e por
isso, ofende a Deus.) e a feitiçaria (a prática
de consultar demônios para obter vantagens;
aqui está incluída a consulta aos mortos, uma
prática que Deus proibiu em sua Palavra, em
Deuteronômio 18.10,11). 
   Na esfera de pecados cometidos contra
pessoas, encontramos as inimizades (sentimento
contrário à confraternização, à amizade), porfias
(rivalidades, conflitos), emulações (ou ciúmes,
um tipo de ressentimento), iras (no plural, traz
a ideia de uma vida dominada constantemente
por esse sentimento), pelejas (uma modalidade
de disputa gratuita), dissensões (sentimento
de divisão), heresias (ou facções, um tipo
de sentimento de achar que todas as outras
pessoas estão erradas), invejas (o desejo de
ter algo que apenas outra pessoa possui) e
homicídios (ainda que não praticados). 
    Na esfera da falta de moderação, bebedices (uso em excesso de vinho e outras bebidas
fortes ou entorpecentes) e glutonarias (excesso
na alimentação).
    1.3. Abusos naquilo que é lícito.
Observe que esses pecados são baseados
em abusos de coisas consideradas lícitas. É
correto e necessário ter fé, desde que ela seja
direcionada a Deus, e tanto a idolatria quanto
a feitiçaria são deturpações praticadas contra
a fé no verdadeiro Deus. 
     Os pecados contra outras pessoas são
pecados de relacionamentos. Não somos impedidos de nos relacionar com outras pessoas,
mas o ânimo com que nos relacionamos pode
ser um diferencial ruim diante de Deus. E de
que adianta determinadas pessoas estarem
em um grupo, se estão brigando, invejando
umas às outras, ou se acham que são as únicas
certas no mundo? 
   Os pecados de falta de moderação,
igualmente, atrapalham a nossa vida espiritual.
Pessoas que não conseguem se conter diante
de alimentos ou bebidas, geralmente, dão mau
testemunho sobre sua falta de moderação. 

 AUXÍLIO TEOLÓGICO 1
 “O Fruto do Espírito (Gl 5.22-24). Nós
também não podemos escolher as consequências que se seguem à nossa decisão de servir uns aos outros pelo amor. Deus já as escolheu. E se fizermos esta escolha, e vivermos no
poder do Espírito? Então Deus nos enche até
transbordar de amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, fé e domínio próprio (ARA). 
    Você já notou que ao longo da margem
de um rio a vegetação é sempre abundante
e exuberante? É isto que a Bíblia diz sobre
nós. Quando o Espírito Santo flui livremente
em nossas vidas, um caráter rico e belo cresce. Nós somos cheios de amor, de alegria e
de paz. Em todos os nossos relacionamentos exibimos esta • paciência, benignidade,
bondade, fé, mansidão e domínio próprio
nos identificam como pertencentes a Deus.
Não há maneira — não importando o quanto aremos ou desterremos, ou cultivemos e capinemos o nosso caráter, de produzirmos esta colheita sozinhos. Ela é produzida apenas pelo Espírito Santo de Deus,
e apenas naqueles que vivem por Ele.
É uma perspectiva fascinante. Ser livre para
servir uns aos outros pelo amor. Ser livre da
exigência esmagadora da nossa natureza pecadora. Ser livre para experimentar o amor, a
alegria, a paz, a longanimidade – todas as coisas que Paulo disse que o Espírito Santo produz no crente” (Comentário Devocional da
Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2014, pp.848,49). 



2. CONHECENDO O
FRUTO DO ESPÍRITO 
    2.1. Amor e Alegria. O fruto do Espírito
começa com o amor. Amar é um mandamento
divino, e é também uma escolha. Deus escolheu
nos amar e nos mandar seu Filho para nos salvar, numa atitude de servo e de respeito. Essa
mesma atitude é exigida de nós, pois a Bíblia
diz que quem ama cumpriu toda a lei (Rm 13.10).
   A alegria é uma característica da vida cristã.
Ser um cristão não significa ser uma pessoa
carrancuda, de semblante fechado, como se a
salvação que Deus nos deu fosse motivo para
ficarmos frustrados ou irritados. Essa descrição
definitivamente não combina com o padrão de
alegria mostrado por Paulo neste texto. 
    2.2. Paz e Longanimidade. Para o mundo,
paz resume-se em ausência de conflitos, de
guerras. No entanto, de acordo com o sentido
bíblico, no Antigo Testamento, paz representava
o interesse entre duas nações ou pessoas individualmente, e os judeus se saudavam com o
tradicional “shalom”, que não apenas é o desejo
de que a outra pessoa tivesse paz, mas que
se encontrasse com saúde e fosse próspera.
Em o Novo Testamento, designava a ideia de
reconciliação com Deus, com base no sacrifício
feito por Jesus. A paz de Deus, portanto, envolve
tanto a paz espiritual quanto a material.
   A definição de longanimidade traz a ideia
de um “longo ânimo”, ou longa respiração. Na cultura hebraica, tinha-se a ideia de que uma
pessoa com “nariz longo”, ou uma respiração
mais demorada, demonstrava um indício de
demora em se irar por estar respirando profundamente. A pessoa longânima é aquela que
aprendeu a dominar sua ira e não toma decisões
em momentos de tensão. Deus, que nos serve
de exemplo, não exercita sua justiça porque há
pessoas irritadas umas com as outras, conforme nos diz Tiago: “Porque a ira do homem não
opera a justiça de Deus” (Tg 1.20). Cristãos não
podem ser pessoas que se iram com facilidade
e tomam atitudes baseadas nesses momentos. 
     2.3. Benignidade e Bondade. A benignidade é a disposição interna em manifestar a
bondade para com as pessoas. Uma pessoa
benigna age com bondade, e não com malignidade. Se nascemos de novo, não podemos ser
pessoas malignas, e sim benignas, pois o que
irá definir ambas as características é a nossa
disposição interior, se fomos ou não trabalhados
pelo Espírito Santo. Uma pessoa benigna agirá
da mesma forma que Deus age, benignamente.
   A bondade é a prática do bem. Pessoas
boas agem como Jesus orientou em Lucas 6.35:
“Amai, pois, a vossos inimigos, e fazei o bem, e
emprestai, sem nada esperardes, e será grande
o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo;
porque ele é benigno até para com os ingratos
e maus”. A referência para que sejamos bons
é o próprio Deus, que estende sua bondade
até para aqueles que não a merecem, como
pessoas ingratas e más (Lc 17.11-19). 
     2.4. Fé, Mansidão e Temperança. A
fé não é apenas crer em Jesus. Neste caso, a
palavra grega p/sf/s traz a ideia de uma pessoa
que tem a fidelidade como uma de suas características. Portanto, fé como fruto do Espírito
não é crer apenas em Jesus, e sim ser fiel a
Ele, e honesto em nossas relações sociais.
De nada adianta crermos em Jesus e sermos
desonestos no trato uns para com os outros.
  A mansidão consiste em sujeitar-se a Deus
e à sua Palavra nos momentos de adversidade. Um exemplo claro de mansidão é o de Moisés:
“E era o varão Moisés mui manso, mais do que
todos os homens que havia sobre a terra” (Nm12.3). Quando a Bíblia diz que Moisés era um
homem manso? Justamente quando ele tem
sua liderança atacada por Miriã e Arão, seus
irmãos de sangue. A mansidão de Moisés
fez com que Ele buscasse ao Senhor e Deus
interveio de forma sobrenatural naquela situação, honrando Moisés e repreendendo seus
irmãos. E Jesus disse que os mansos herdarão
a terra (Mt 5.5).
   Temperança é a capacidade de ter equilíbrio, domínio próprio. Isso deve ser manifesto
sobre os nossos desejos, pois todos devem
estar sob controle, para que não venhamos a
ser dominados pelo pecado. Uma pessoa que
não tem domínio próprio, facilmente é vencida
por suas vontades. 
    2.5.0 Fruto do Espírito não é o batismo com o Espírito Santo. Há pessoas que
confundem o fruto do Espírito com o batismo
com o Espírito Santo. Este é um revestimento
de poder para testemunhar Cristo, e de acordo
com Atos (At 2.4; 10.46 e 19.6), vem acompanhado inicialmente do falar em outras línguas.
O fruto do Espírito é a ação de Deus em
nossa vida diária. Enquanto o batismo com
o Espírito Santo vem de fora para dentro, o
fruto do Espírito vem de dentro para fora. É
uma manifestação diária em nossas atitudes, e
da mesma forma que um fruto leva um tempo
para nascer em uma árvore, o fruto do Espírito
cresce à medida que amadurecemos na vida
cristã, suportando as provações e demonstrando às pessoas à nossa volta a graça de
Deus em nós. 

AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO 2
 “Prostituição é o significado básico do
termo grego porneia, mas na verdade diz respeito a toda relação sexual ilícita. Também
inclui tendências antinaturais como incesto
e homossexualidade. Impureza {akatharsia), é a impureza moral, do corpo ou da mente,
que é repulsiva a homens responsáveis e os
separa de um Deus santo. O termo lascívia
(ase/ge/a) é de etimologia mais duvidosa, mas
o uso de Paulo é claro ao relacioná-lo com a
imoralidade. Trata-se de conduta temerária,
escárnio desavergonhado dos padrões de
decência pública ou até respeito próprio sem
levar em conta o direito dos outros. Barclay
relaciona significativamente estes três termos: Porneia indica pecado em área específica da vida: a área das relações sexuais;
akatharsia indica profanação generalizada da
personalidade inteira, manchando toda esfera da vida; as elgeia indica amor ao pecado, tão despreocupado e tão audacioso que
a pessoa deixa de se preocupar com o que
Deus ou os homens pensam de suas ações.
A prática de feitiçarias ipharmakeia) é o uso da
bruxaria ou magia na religião. Originalmente,
a palavra significava o uso de remédios, mas
depois se voltou para fins maus. Esse tipo de
feitiçaria tornou-se meio de prática da magia
mais ampla, que por superstição foi estreitamente relacionada com a religião” (Comentário Bíblico Beacon. Vol.9. Rio de Janeiro:
CPAD, 2005, p.70). 

CONCLUSÃO
 O fruto do Espírito é a marca de todo
cristão. É manifesto em nossas ações, é um
sinal claro de que estamos nos colocando
à disposição do Senhor, para que as características dEle em nós sejam vistas tanto na
igreja quanto fora dela. Lembre-se de que
esse fruto não aparece de um dia para o
outro, e não raro, surge em meio a situações
de adversidade e tribulação, mas é justamente nesses momentos que Deus é visto
em nossas vidas, fazendo com que Ele seja
conhecido pelo nosso testemunho. Seguir a
Cristo deve nos trazer resultados frutíferos
sempre, pois o fruto do Espírito é para ser
manifesto a todas as pessoas.


VERIFIQUE O SEU
APRENDIZADO 

1 . 0 que é Fruto do Espírito? 
É um conjunto de características, de atributos
que todo cristão que nasceu de novo deve ter
em sua nova vida. 

2 . 0 que são obras da carne? 
 São atitudes de pessoas que não conhecem a Jesus, e podem ser divididas, de forma
básica em pecados de cunho sexual, religioso,
de pessoas e de falta de moderação. 

3 . 0 que são os pecados contra as pessoas? 
As inimizades, emulações, iras, pelejas
dissensões, heresias, invejas, homicídios etc. 

4. Comente sobre a alegria. 
 Ser um cristão não significa ser uma pessoa
carrancuda, mas ter ânimo pronto e apaziguado. 

5 . Comente sobre a Fé, a Mansidão e a Temperança. 
Ter fé é ser fiel a Jesus e honesto com Ele em
nossas relações sociais. A mansidão consiste em
sujeitar-se a Deus e à sua Palavra. Temperança é
a capacidade de ter equilíbrio, domínio próprio.

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