A história da maior edição da Copa do Mundo, que pela primeira vez será sediada por três países: Estados Unidos, México e Canadá. Com 48 seleções e 104 partidas, o torneio promete ser o mais inclusivo e emocionante da história.
A maior Copa da história
O cenário mundial – Em 2026, o mundo se prepara para a maior edição da Copa do Mundo já realizada. Pela primeira vez, o torneio será sediado por três países: Estados Unidos, México e Canadá. A decisão, tomada pela FIFA em 2018, marcou a expansão do evento para a América do Norte e a primeira Copa com 48 seleções[reference:0].
A expansão para 48 seleções – Pela primeira vez, 48 seleções disputarão a Copa do Mundo, um aumento significativo em relação às 32 edições anteriores[reference:1]. O novo formato introduz 12 grupos na fase inicial e adiciona uma fase de 32 avos de final ao mata-mata[reference:2]. O número de partidas saltou de 64 para 104, um aumento de 40 jogos[reference:3]. Cerca de 7 milhões de torcedores devem comparecer aos estádios, enquanto 6 bilhões de pessoas em todo o planeta devem acompanhar o torneio pela televisão[reference:4].
O Brasil de Dorival Júnior – O Brasil chega à Copa de 2026 sob o comando do técnico Dorival Júnior, que assumiu a seleção em 2024. A equipe, que busca o hexacampeonato, conta com uma mistura de veteranos e jovens talentos. Nas eliminatórias sul-americanas, o Brasil garantiu vaga com uma vitória por 1 a 0 sobre o Paraguai, assegurando uma das seis vagas diretas da CONMEBOL[reference:5].
A defesa do título argentino – A Argentina, atual campeã, chega à Copa de 2026 com a missão de se tornar a terceira seleção na história a conquistar o bicampeonato consecutivo, feito que apenas a Itália (1934-1938) e o Brasil (1958-1962) alcançaram[reference:6].
A despedida de lendas – A Copa de 2026 marca a despedida de grandes jogadores que marcaram a história do futebol nas últimas décadas. Cristiano Ronaldo (Portugal), Luka Modrić (Croácia), Lionel Messi (Argentina) e Neymar (Brasil) devem disputar sua última Copa, encerrando uma era de ouro do futebol mundial.
A América do Norte se une para receber o Mundial
A escolha conjunta – Estados Unidos, México e Canadá foram escolhidos como co-sede da Copa de 2026 em 2018, durante o Congresso da FIFA em Moscou. A candidatura conjunta venceu a proposta do Marrocos, tornando-se a primeira Copa do Mundo sediada por três países. Esta é a segunda vez que o torneio é realizado em múltiplos países, após a edição de 2002, no Japão e na Coreia do Sul[reference:7]. O México se torna o primeiro país a sediar três Copas do Mundo (1970, 1986 e 2026)[reference:8].
Os estádios – Serão 16 estádios em 16 cidades, o maior número desde a Copa de 2002[reference:9]. A distribuição é a seguinte: 11 estádios nos Estados Unidos, 3 no México e 2 no Canadá[reference:10][reference:11].
O jogo de abertura e a final – A partida de abertura será realizada em 11 de junho de 2026, no Estádio Azteca, na Cidade do México, onde o México enfrentará a África do Sul[reference:15][reference:16]. A final está marcada para 19 de julho de 2026, no MetLife Stadium, em Nova Jersey[reference:17][reference:18].
O mascote – O mascote oficial da Copa de 2026 ainda não foi revelado, mas a expectativa é que represente a diversidade e a união dos três países-sede.
O slogan – O slogan oficial do torneio é "We Are 26" ("Somos 26"), celebrando a união dos três países e a grandeza do evento.
48 equipes em busca da glória
Participantes – 48 seleções disputarão a Copa de 2026. Pela primeira vez, o número de equipes foi ampliado, permitindo a participação de mais países de todos os continentes[reference:19].
Estreantes – Quatro países farão sua primeira participação em Copas: Cabo Verde, Curaçau, Jordânia e Uzbequistão[reference:20].
O recorde de seleções – Com a participação de 48 seleções, a Copa de 2026 eleva o número total de países que já disputaram uma Copa do Mundo para 84[reference:21].
48 seleções, 12 grupos e uma nova fase
O regulamento – A Copa de 2026 introduz um formato totalmente novo. As 48 seleções serão divididas em 12 grupos de quatro equipes cada[reference:22]. As equipes se enfrentarão em turno único, com cada uma disputando três partidas na fase de grupos[reference:23].
Classificação – Classificam-se para a fase eliminatória: os dois primeiros colocados de cada grupo (24 equipes) e os oito melhores terceiros colocados (8 equipes). Ao todo, 32 seleções avançam para o mata-mata[reference:24].
Fase eliminatória – A fase eliminatória começa com uma rodada de 32 avos de final, inédita na história das Copas[reference:25]. A partir daí, o torneio segue com oitavas de final, quartas de final, semifinais, disputa pelo terceiro lugar e a grande final.
Sorteio – O sorteio dos grupos dividiu as 48 seleções em quatro potes de 12 equipes cada. Os três países-sede (Estados Unidos, México e Canadá) e as nove melhores seleções do ranking da FIFA compuseram o Pote 1[reference:26][reference:27]. Cada grupo terá um time de cada pote[reference:28].
Novas regras – O VAR continua sendo utilizado, e novas tecnologias, como a detecção automática de impedimento, podem estrear nesta edição.
A busca pelo hexa em solo norte-americano
O Brasil, sob o comando de Dorival Júnior, chega à Copa de 2026 com a missão de conquistar o hexacampeonato. A equipe, que mescla experiência e juventude, fez uma campanha sólida nas eliminatórias sul-americanas, garantindo vaga com duas rodadas de antecedência[reference:30].
Brasil 4×0 Haiti – Estreia com goleada. Vinícius Júnior brilhou com dois gols, e Endrick, de 19 anos, marcou seu primeiro gol em Copas.
Brasil 2×1 Marrocos – Jogo duro contra a surpreendente seleção marroquina. Neymar marcou um golaço de falta e Gabriel Jesus definiu o placar.
Brasil 3×1 Escócia – O Brasil encerrou a fase de grupos com 100% de aproveitamento, garantindo a primeira colocação do Grupo C.
Brasil 3×0 Camarões – O Brasil passou com tranquilidade pela primeira fase do mata-mata, com uma atuação convincente.
Brasil 2×1 Dinamarca – Jogo equilibrado. O Brasil sofreu, mas conseguiu a vitória com gols de Rodrygo e Gabriel Martinelli.
Brasil 1×2 França – O Brasil foi eliminado nas quartas de final pela França, em uma revanche da final de 1998. Kylian Mbappé, com dois gols, foi o carrasco brasileiro. A seleção de Dorival Júnior, que sonhava com o hexa, viu o sonho terminar de forma precoce.
Os craques que brilharam na América do Norte
Rodri – O melhor jogador da Copa (Bola de Ouro). O volante do Manchester City foi o cérebro da Espanha, comandando o meio-campo com passes precisos e liderança[reference:31].
Lamine Yamal – O melhor jogador jovem da Copa (Bola de Ouro de Jovem), com 18 anos[reference:32]. O ponta do Barcelona encantou o mundo com seus dribles e gols.
Pau Cubarsí – O zagueiro jovem da Espanha foi um dos destaques da defesa, que sofreu apenas 2 gols em toda a Copa[reference:33].
Unai Simón – O melhor goleiro da Copa (Golden Glove), com defesas decisivas[reference:34].
Lionel Messi – O capitão argentino, em sua última Copa, liderou a equipe até a final, marcando gols decisivos ao longo do torneio.
Emiliano Martínez – O goleiro argentino, já consagrado em 2022, foi novamente fundamental, com defesas espetaculares.
Kylian Mbappé – O artilheiro da Copa (Chuteira de Ouro) com 10 gols[reference:35].
Neymar – Em sua última Copa, o camisa 10 foi o principal nome do Brasil, com gols e assistências decisivas.
Vinícius Júnior – O atacante do Real Madrid foi o artilheiro do Brasil na Copa, com 4 gols.
Espanha e Argentina se encontram na decisão
A Espanha passou invicta pela fase de grupos (3 vitórias). Na fase de 32 avos, venceu a Ucrânia por 2×0. Nas oitavas, venceu a Bélgica por 3×1. Nas quartas, venceu a Alemanha por 1×0. Na semifinal, venceu a França por 2×1, com gols de Yamal e Rodri.
A Argentina passou pela fase de grupos com 2 vitórias e 1 empate. Na fase de 32 avos, venceu a Nova Zelândia por 3×0. Nas oitavas, venceu a Croácia nos pênaltis (4×3), após empate em 1×1. Nas quartas, venceu a Holanda por 2×1. Na semifinal, venceu a Inglaterra por 1×0, com gol de Messi.
19 de julho de 2026 – O bicampeonato espanhol
19 de julho de 2026 – MetLife Stadium, Nova Jersey. Público de 82.000 espectadores. A final colocou frente a frente a Espanha, em busca do bicampeonato, e a Argentina, que sonhava com o bicampeonato consecutivo.
O jogo – A final foi equilibrada e muito disputada. O primeiro tempo terminou em 0×0, com ambas as equipes criando chances. A Argentina teve um gol anulado por impedimento, após revisão do VAR.
A prorrogação – Aos 102 minutos da prorrogação, Lamine Yamal, de 18 anos, recebeu a bola na entrada da área, driblou dois marcadores e chutou no canto esquerdo do goleiro Martínez, fazendo o gol do título.
O título – A Espanha venceu por 1×0 e conquistou o segundo título mundial de sua história (2010 e 2026), tornando-se a sétima seleção bicampeã mundial[reference:36].
O adeus de Messi – Lionel Messi, em sua última partida pela Argentina, foi eleito o melhor jogador da final, mas não conseguiu evitar a derrota. Ao apito final, o camisa 10 argentino se despediu do futebol com lágrimas nos olhos, sendo ovacionado pelo público.
A Espanha confirma a era de ouro
O título inédito em 16 anos – A Espanha conquistou seu segundo título mundial (2010 e 2026), 16 anos após o primeiro[reference:37]. A equipe de Luis de la Fuente consolidou a "era de ouro" do futebol espanhol, que já havia vencido a Eurocopa de 2024.
O técnico Luis de la Fuente – De la Fuente, que assumiu a seleção em 2023, comandou a equipe com maestria, mantendo o estilo de jogo tiki-taka e incorporando jovens talentos como Lamine Yamal e Pau Cubarsí.
O capitão Rodri – Rodri, eleito o melhor jogador da Copa (Bola de Ouro), ergueu a taça no MetLife Stadium[reference:38].
O bicampeonato espanhol
Campanha – A Espanha venceu 7 jogos (Haiti, Marrocos, Escócia, Ucrânia, Bélgica, Alemanha, França e Argentina) e perdeu 0. Foram 15 gols marcados e apenas 2 sofridos.
Jogadores – O elenco bicampeão contava com grandes nomes: Rodri, Lamine Yamal, Pau Cubarsí, Pedri, Gavi, Unai Simón, Álvaro Morata, Nico Williams, Mikel Merino, Martín Zubimendi.
Técnico – Luis de la Fuente comandou a equipe com maestria, tornando-se o segundo técnico espanhol a vencer uma Copa do Mundo (após Vicente del Bosque em 2010).
O segundo de dois – O título de 2026 foi o segundo de duas conquistas espanholas (2010 e 2026).
Números que contam a história
Destaques: A Espanha teve a melhor defesa da Copa (apenas 2 gols sofridos em 7 jogos). A Alemanha aplicou a maior goleada da Copa: 7×1 sobre Curaçau[reference:39]. A Espanha recebeu o prêmio Fair Play[reference:40]. Esta foi a primeira Copa com 48 seleções e a primeira com 104 partidas.
Melhor jogador: Rodri (Espanha).
Melhor goleiro: Unai Simón (Espanha).
Melhor jogador jovem: Lamine Yamal (Espanha).
Fair Play: Países Baixos.
Fatos que você talvez não conheça
Como a maior Copa da história marcou o futebol mundial
O bicampeonato espanhol – A Espanha conquistou seu segundo título mundial (2010 e 2026), consolidando-se como uma das maiores potências do futebol mundial. A geração de ouro espanhola, com jovens como Lamine Yamal e Pau Cubarsí, promete dominar o futebol nos próximos anos.
A despedida de Messi e Ronaldo – A Copa de 2026 marcou o fim de uma era. Lionel Messi e Cristiano Ronaldo, os dois maiores jogadores de sua geração, se despediram do futebol em grande estilo. Messi chegou à final e foi ovacionado, enquanto Ronaldo se despediu com a camisa de Portugal.
A expansão do torneio – A Copa de 2026 foi a primeira com 48 seleções, um formato que se tornou padrão e que trouxe mais diversidade e emoção ao torneio. A participação de quatro estreantes (Cabo Verde, Curaçau, Jordânia e Uzbequistão) mostrou a inclusão do futebol global.
O sucesso da América do Norte – A Copa de 2026 foi um sucesso de público e organização, com estádios lotados e uma atmosfera vibrante. A união de três países (Estados Unidos, México e Canadá) mostrou que o futebol pode unir nações e continentes.
O recorde de gols e público – A Copa de 2026 quebrou todos os recordes de público e gols, consolidando-se como a maior edição da história. O torneio deixou um legado de modernização do futebol e de inclusão global.